A variante brasileira na Colúmbia Britânica

Mais de 550 novos casos da variante brasileira (P1) foram identificados desde 9 de abril, ou quase tantos, para esse período, quanto os novos casos da variante britânica. E a curva agora é a favor do brasileiro que, com um total de mais de 1500 caixas em 15 de abril, estava se aproximando rapidamente de 3.600 casos da variante britânica (B117).

O alerta P1 começou a tocar no final de março, quando um surto foi detectado na cidade de Whistler – lar de uma famosa estação de esqui a cerca de 100 quilômetros de Vancouver. Whistler adicionado a ela sozinho mais de 200 casos. Pouco tranquilizador é o fato de que mais de uma centena de casos já foram detectados na província vizinha de Alberta, e tantos em Ontário.

Identificado no Brasil pela primeira vez em dezembro de 2020, o P1 É associado a um dramático ressurgimento da pandemia na cidade de Manaus em janeiro. Sabemos que é mais contagioso do que a versão “clássica” do vírus e sabemos que pode reinfectar uma determinada percentagem de pessoas que já tiveram o coronavírus. Os pesquisadores ainda não concordam com esses dois números. No entanto, a taxa de contágio atribuída ao P1 é geralmente maior do que a atribuída à variante britânica, que por sua vez é 40 a 60% maior do que a versão clássica. A vacina é eficaz contra ele, mas não foi estabelecido se tem o mesmo nível de eficácia.

A explosão de casos tem sido tal que já estamos observando, no Brasil, variantes da variante, ou seja, mutações de P1, designadas por enquanto P2 e P4.

“Já não é justo com o Brasil”, alertou o diretor da Organização Mundial da Saúde em meados de março, preocupando-se principalmente com o fato de a variante já ter se enraizado. em países vizinhos.

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Este texto foi modificado em 15 de abril com a atualização dos dados do 2º parágrafo.

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