Argentina diz que tem apoio da China para ingressar no BRICS

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A Argentina disse nesta quinta-feira que recebeu apoio oficial da China para se juntar ao grupo BRICS, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A aliança tradicional dos países ocidentais.

O gabinete do chanceler argentino Santiago Cafiero disse que se encontrou com seu homólogo chinês, Wang Yi, à margem da cúpula do G20 na Indonésia, onde esse apoio foi formalizado. A Argentina é um grande exportador de soja, trigo e milho.

“Wang Yi confirmou oficialmente o apoio de seu país à adesão da Argentina ao grupo BRICS, de acordo com o que foi acordado entre os líderes do BRICS”, disse o chanceler argentino.

O termo “BRIC” foi cunhado em 2001 pelo economista do Goldman Sachs Jim O’Neill para descrever a ascensão vertiginosa do Brasil, Rússia, Índia e China. A África do Sul juntou-se a eles em 2010.

A China é de longe a principal potência do grupo, respondendo por mais de 70% de sua atividade econômica totalizando US$ 27.500 bilhões (€ 27.040 bilhões). A Índia responde por cerca de 13%, e a Rússia e o Brasil cerca de 7%, segundo dados do Fundo Monetário Internacional.

Os países BRICS representam mais de 40% da população mundial e cerca de 26% da economia global. (Reportagem de Adam Jordan, versão francesa de Elitsa Jadiva)

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