Banco central do Brasil visa inflação “em torno” de meta de 3,25% em 2023

Quando elevou sua taxa básica de juros para 13,25% na semana passada e programou outro aumento para agosto, o banco central disse que estava procurando garantir que a inflação convergisse no próximo ano “em torno do objetivo” em vez de “em direção ao seu objetivo”.

“Em torno de 4%, só para ficar claro”, disse Campos Neto em entrevista coletiva online. Ele repetiu as indicações do banco central de que as taxas de juros subiriam e permaneceriam em território significativamente contracionista por mais tempo para combater a inflação.

Os preços ao consumidor aumentaram 11,7% nos 12 meses até maio.

Segundo Campos Neto, essa estratégia é necessária devido à incerteza que marca a trajetória da inflação no Brasil.

Apesar das propostas do governo para reduzir os preços dos combustíveis, Campos Neto disse que os formuladores de políticas não viram uma mudança relevante no balanço de riscos para a inflação, que ele diz ainda não estar orientado. o aumento.

Em uma nota mais positiva, o banco central elevou nesta quinta-feira sua perspectiva de crescimento econômico para 2022 de 1% para 1,7%, devido a um desempenho mais forte do que o esperado no primeiro trimestre.

Questionado sobre o programa econômico do candidato à presidência do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e suas críticas à “orientação passiva do país em termos de política cambial nos últimos anos”, Campos Neto disse que o banco central acredita em uma flutuação taxa de câmbio e manterá essa posição.

Lula, ex-presidente de esquerda, está à frente do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro nas pesquisas de opinião antes das eleições de 2 de outubro.

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