Bolsonaro libera gastos sociais

O presidente Jair Bolsonaro (à direita) acena para apoiadores durante uma manifestação na sexta-feira no Aeroporto da Serrinha, em Juiz de Fora, Brasil. DOUGLAS MAGNO/AFP

A três meses das eleições, o atual presidente brasileiro tenta alcançar seu rival de esquerda.

Há 22 anos, apenas um deputado votou contra um programa de ajuda às famílias mais pobres, denunciando assistência cara e defendendo medidas de controle de natalidade: Jair Bolsonaro. O ex-deputado de extrema direita, agora presidente, no entanto, usou toda a sua influência nos últimos dias para conseguir que o Congresso adote um “pacote de benefícios” em favor dos brasileiros mais afetados pela inflação e pelo aumento do custo da energia, mesmo que isso signifique abalar a Constituição e as regras tributárias.

A menos de três meses da eleição presidencial, o inquilino do Palácio do Planalto jogou uma de suas últimas cartas para tentar alcançar seu rival de esquerda, o ainda imensamente popular ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. para milhões de brasileiros desprivilegiados. Nesta categoria de eleitores, o ex-sindicalista obtém 56% das intenções de voto contra 22% do atual chefe de Estado.

Um “estado de emergência”

Chamado pela imprensa “revisão…

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