Brasileiros e espanhóis são mais otimistas do que japoneses sobre o futuro do planeta

(ETX Daily Up) – Uma pesquisa com consumidores de 16 países ao redor do mundo mostra que as preocupações com as questões ambientais variam muito dependendo do país de origem, mas também entre as gerações. Idosos, por exemplo, são mais otimistas do que a geração Y no que diz respeito a “salvar o planeta”.

Ainda podemos realmente usar a expressão “salvar o planeta”? Se os menos otimistas dirão que já é tarde e que a urgência atual é reduzir ao máximo nossas emissões de carbono e a exploração dos ecossistemas, outros consideram que o ser humano ainda tem o poder de mudar. dá.

Pontos divergentes surgem em recente pesquisa realizada em 16 países para a empresa inglesa Mintel Consulting. Globalmente, mais da metade dos inquiridos (54%) parecem pensar que “ainda há tempo de agir para salvar o planeta”, enquanto 51% acreditam que é possível fazer a diferença mudando a forma de trabalhar. hábitos de vida e de consumo.

Esse nível de otimismo, entretanto, varia entre as culturas. No Brasil, a convicção de que o consumidor tem o poder de fazer as coisas acontecer é, por exemplo, compartilhada por 54% dos questionados, mas apenas por 15% dos japoneses.

Pontos de vista que também divergem de geração em geração, sublinha o estudo. Os entrevistados com 55 anos ou mais, por exemplo, estão mais convencidos de que seu comportamento “pode ​​fazer uma diferença positiva para o meio ambiente” e têm pontuações pelo menos seis pontos percentuais acima da média de todos os consumidores pesquisados.

Em média, 44% dos entrevistados disseram que o país em que vivem está sofrendo com as mudanças climáticas. Os três temas prioritários relativos ao meio ambiente são, pela ordem: mudanças climáticas (53%), qualidade do ar (52%) e poluição por plásticos (52%). Em seguida, vêm o desmatamento (40%), o desperdício (40%) e a escassez de água (40%).

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Naturalmente, a priorização das preocupações em termos de questões ambientais diretamente ligadas ao país de residência dos entrevistados: os chineses são por exemplo os primeiros a se preocupar com a qualidade do ar (70%), enquanto os alemães parecem antes de tudo preocupados com desmatamento e perda de biodiversidade (84% contra 33% para a qualidade do ar).

Quanto às soluções mais eficazes para conter os efeitos da crise climática, o replantio de árvores (88%) aparece no topo da lista, seguido pela proteção florestal (87%) e investindo em energias renováveis (82%).

Pesquisa realizada em 16 países (Brasil, Índia, China, Japão, Reino Unido, Estados Unidos, Itália, Espanha, Coreia do Sul, Austrália, Tailândia, Canadá, Irlanda, França, Polônia e Alemanhaagne).

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