De volta à França e Ucrânia 2013, quatro dias para mudar a data

Foi uma façanha institucional para Didier Deschamps e futuros campeões mundiais: eles perderam e perderam em 15 de novembro de 2013 em Kiev (0-2), os Blues buscaram profundamente dentro de si mesmos para derrubar a Ucrânia (3-0) após quatro dias em 2014 Eliminatórias para a Copa do Mundo.

Quatro meses depois de um amistoso contra os ucranianos em outubro (7-1) e na hora de encontrar o “Spirna” na quarta-feira (20h45) para dar início às eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, a França e sua seleção estavam na frente. A equipa vai contemplar este duplo confronto histórico que fez o treinador vacilar antes de aumentar a sua credibilidade.

“A partida de volta não é final, + passa ou quebra +. Se não passar, definitivamente não falarei com você sobre isso”, disse Guy Stefan, assessor leal da AFP, nº 2 “DD” desde que assumiu o cargo em 2012.

Noël Le Graët disse qualquer outra coisa em 10 de dezembro de 2019, quando Deschamps foi prorrogado. A sinonímia com o País Basco “não teria durado muito” em caso de fracasso contra a Ucrânia, “um ponto de viragem na nossa história”, admitiu o presidente da federação à AFP.

Stefan invoca uma tentativa de “teste”, quatro dias de reflexão intensa onde “tivemos de procurar profundamente dentro de nós as molas necessárias para que os jogadores estivessem na frente na segunda mão”.

Debbouze e espírito de equipe

Depois disso, muitos jogadores afirmam que nunca duvidaram da reversão que se aproxima, mesmo que nenhuma equipe tenha conseguido recuperar tal desvantagem nas barragens.

O zagueiro Mamadou Sako, campeão por 3 a 0, dirá que “se sentiu” assim logo após o jogo de ida. “Eu estava com fome de uma raiva inexplicável” e “a cada dia que passava entre as duas partidas eu tinha certeza que seria elegível”, explicou ele na Mixed Zone.

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O feito se cristalizou após vários discursos, a começar pelo discurso do treinador após a derrota em Kiev.

Seu sotaque? Stefan resume: “Dizer que não poderíamos ser tão ruins, que temos os recursos e que a lacuna de 2-0 sempre poderia ter sido preenchida.”

No domingo, Le Graët deu um toque a Claire Fontaine: “Você diz que convive bem juntos, ok, mas eu quero ver isso em campo”, disse ele aos jogadores em essência, de acordo com o treinador adjunto.

Como afirmou o presidente da Federação Francesa de Futebol, “Há uma Copa do Mundo sendo realizada, e não em qualquer lugar, no Brasil.”

Quanto ao resto, o quotidiano dos Blues decorreu entre momentos de treino e relaxamento, e também assistiram ao filme “La Marche” com Jamel Debbouze, “baseado no espírito de equipa e coesão”, segundo o deputado de Deschamps.

– ‘Jogadores surpresa’ –

A equipe trabalhou para encontrar a fórmula correta para o retorno, e escolheu a reconfiguração tática (passagem para 4-3-3 com Yohan Cabaye como goleiro) e a troca de homens: Eric Abidal, Laurent Koscielny (suspenso), Samir Nasri e Olivier Giroud, o seu lugar em Kabay, Mamadou Sacko de saída Matteo Valbuena e Karim Benzema, assumiu após três jogos que começaram no banco.

Deschamps revela a composição da equipe aos seus jogadores na manhã da partida e não no final da tarde como de costume.

Stephan comenta: “É bom surpreender os jogadores, isso faz parte das qualidades do treinador”. “É também uma forma de os jogadores se prepararem mais.” No início, “havia onze guerreiros em campo”.

Nas duas conversas pré-jogo, o treinador insiste no momento histórico que os Blues podem trazer para as suas famílias, no Stade de France e em casa.

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“São palavras que apelam a um sentimento muito forte, baseado no facto de se tratar de um jogo que vai contar na carreira, de os familiares estarem na arquibancada e de as expectativas serem elevadas”, lembra Stephan.

Comprimir fibras emocionais, não era muito arriscado? “Prova de que não, eu consegui!” O assistente técnico dos campeões mundiais ri. Apenas o resultado importa. Cuspindo Deschamps.

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