‘Decreto Presidencial’ é um filme brasileiro antirracismo

Os negros querem indenização pelos danos causados ​​pela escravidão?

Na base dessa teoria está o cenário do “Decreto Presidencial”, filme que conta os problemas reais e atuais do racismo no Brasil. O filme, dirigido pelo famoso diretor e ator Lazaro Ramos, estreou no Brasil durante o Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro. Este último quer sensibilizar através desta produção.

O filme é sobre muitas coisas. O filme, em seu sentido poético, fala do poder da paixão para mudar o mundo, da ternura, do olhar sem preconceitos. Essa é a parte mais poética. Mas o filme também é sobre coragem, e o filme também é sobre o combate ao racismo que é muito importante, como explica Lázaro Ramos.

Ao lado do comediante e cantor Seu Jorge e Alfred Enoch, Tais Araujo, esposa de Lázaro Ramos e uma das principais atrizes do filme “Decreto Presidente”, tenta deixar todos os negros orgulhosos, ou melhor, “mostrar melanina”, como ele chama o ilusionista chamando-os a se renderem às autoridades para deportá-los para a África. Combater preconceitos e aceitar-se com diferenças é o objetivo que o diretor persegue.

Seu objetivo, e para isso flerta com o melodrama, é conscientizar. Às vezes eu quero que as pessoas assistam a esse filme e chorem pensando que podem fazer algo contra o anti-racismo.

O decreto presidencial já foi exibido em diversos festivais internacionais, notadamente em Moscou e Memphis, mas ainda não tem data de lançamento comercial no Brasil. Problemas com a agência estatal Ancine têm dificultado sua distribuição.

De acordo com a produção do filme, o pedido de subvenção para distribuição foi apresentado em novembro de 2020, mas a Ancine ainda não deu seguimento um ano depois. Por sua vez, Al-Ansin disse que o pedido estava “em análise”.

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