desmatamento na Amazônia diminui 60%, o menor desde 2018, uma boa notícia para ONGs

desmatamento na Amazônia diminui 60%, o menor desde 2018, uma boa notícia para ONGs

Em fevereiro, este instituto observou redução do desmatamento em um ano pelo décimo primeiro mês consecutivo.

Redução do desmatamento ilegal

“É uma tendência espetacular: temos uma queda no desmatamento, especialmente no desmatamento ilegal”, sublinha Klervi Le Guenic, porta-voz da ONG Canopée.

Somente três dos nove estados da Amazônia brasileira (Matogrosso, Roraima e Amazonas) concentraram 77% das áreas desmatadas no período janeiro-fevereiro, ou 152 km².

Segundo o Imazon, o desmatamento em Roraima atingiu terras indígenas, incluindo a reserva Yanomami, a maior do Brasil, tão grande quanto Portugal. O povo Yanomami vive há vários anos uma grave crise sanitária, devido às invasões de garimpeiros ilegais que estão destruindo a floresta e poluindo os rios com mercúrio.

Meta de desmatamento zero em 2030

Segundo a ONG Canopée, o presidente brasileiro está usando diversas alavancas como “a apreensão de terras exploradas ilegalmente em áreas protegidas, a contratação de milhares de analistas para fortalecer a vigilância, o restabelecimento dos controles por parte de agentes públicos que haviam sido colocados sofridos durante a presidência de Jaïr Bolsonaro.

O governo do presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva, no cargo desde janeiro de 2023, comprometeu-se a erradicar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030, que aumentou acentuadamente sob o mandato de seu antecessor de extrema direita, Jair Bolsonaro (2019-2022). ). Segundo números oficiais do governo, retirados de dados coletados por satélites do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), o desmatamento na Amazônia caiu pela metade no ano passado em relação a 2022.

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