Ministro da Saúde do Brasil deu positivo para Covid na ONU

Um ministro da Saúde do Brasil que apertou a mão de um Boris Johnson sem máscara testou positivo para coronavírus em Nova York.

Marcelo Quiroga conversou com o primeiro-ministro britânico e novo chanceler, Liz Truss, na segunda-feira, em encontro bilateral com o presidente Jair Bolsonaro.

Um comunicado do governo brasileiro disse que Quiroga está atualmente com boa saúde e permanecerá isolado nos Estados Unidos. O Ministro da Saúde recebeu sua primeira injeção da vacina Covid em janeiro.

O cardiologista de 55 anos foi filmado apertando a mão de Johnson e supostamente está hospedado no mesmo hotel do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, 78, que está na cidade para a Assembleia Geral das Nações Unidas.

Queiroga também tuitou uma foto com a primeira-dama Michele Bolsonaro e almoçou na segunda-feira com vários funcionários de fundos de investimento na cidade de Nova York.

Johnson foi hospitalizado e transferido para tratamento intensivo com coronavírus em abril do ano passado e substituído pelo ex-ministro das Relações Exteriores, Dominic Raab, enquanto estava doente no auge da pandemia. Ele então se recuperou totalmente do vírus.

Seguindo seu medo da Covid, o Sr. Johnson tem sido um forte defensor da vacinação e, ao se encontrar com Bolsonaro, disse ‘Já tomei duas vezes’ em referência à injeção da AstraZeneca.

O líder brasileiro apontou o dedo e disse “ainda não”, depois riu.

Em um comunicado após a reunião, o porta-voz de Johnson disse que o primeiro-ministro “sublinhou a importância das vacinas como nossa melhor ferramenta para combater o vírus e salvar vidas em todo o mundo, e sublinhou o importante papel que a vacina Oxford-AstraZeneca desempenhou em Reino Unido, Brasil e outros lugares.

Bolsonaro fez uma figura provocativa na Assembleia Geral, apesar das críticas generalizadas por sua resposta à pandemia que matou mais de 590.000 pessoas no Brasil.

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O presidente brasileiro desrespeitou a exigência de que os participantes fossem vacinados contra o vírus e novamente repetiu métodos de “tratamento precoce” não comprovados para Covid-19.

Relatórios adicionais por agências

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