Nacar, da madrepérola brasileira ao sintetizador francês

Kamila, cantora nordestina, Jeff nos coros e arranjos de percussão, Galaël no sintetizador e a alfaïa, tambor tradicional, assinam a música do Nacar, grupo do Périgord que assina músicas com sabor nostálgico da bossa nova. Ela, Kamila, a cantora, dançarina profunda e refinada, feminista e livre que transporta o cristal de sua voz no Périgord nos conta sobre sua terra natal e seus compromissos, qual é sua ascendência feminina. Uma mulher que tem muita força e caráter.

A música de Nacar lembra a luz em madrepérola, mineral e brilhante

O nome de NACAR, é Galaël, membro dos Rythmopathes em Périgueux, seguidores de percussões corporais, que o encontrou. Todos disseram que sim, porque Jeff, ex-aluno do SIAM em Bordeaux, e Galaël viajaram para o Brasil e conheceram Kamila lá, em Recife, onde música, dança, canto e linguagem são inseparáveis. E onde a madrepérola é preciosa. Nacar, é a multiplicidade de ritmos afro-brasileiros tradicionais do Nordeste do Brasil que estão associados a uma técnica de canções típicas de Pernambuco para a qual Kamila trouxe seus anos de educação clássica no conservatório do Recife, e Jeff e Galaël souberam misturar a música de seu Velho Continente. Kamila gosta de contar histórias, como nas músicas francesas que ela adora. E este é também o espírito de Nacar.

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