O caso Lava Jato: a condenação de um ex-comerciante em Genebra no Brasil

O caso Lava Jato: a condenação de um ex-comerciante em Genebra no Brasil

Ele era conhecido como Sr. Angola. pela Trafigura. Mas no Brasil, esse facilitador de negócios está nas manchetes hoje. Integrante da administração mercantil suíço-holandesa de 2014 a 2016, Mariano Marcondes Ferraz foi condenado no início desta semana a 10 anos e 4 meses de prisão. Acusações de “lavagem de dinheiro e corrupção ativa” foram feitas contra este brasileiro no contexto do caso Lava Jato (“lavagem rápida”), que envolve notadamente a petroleira estatal Petrobras.

O processo criminal, que foi aberto na segunda-feira pelo juiz Sergio Moro, que trata de todo o processo da Lava Gato, diz respeito apenas às atividades que foram realizadas em nome de Dekel. Mariano Marcondes Ferraz pagou quase US$ 870.000 em propinas ao ex-diretor de compras da Petrobras, Paulo Roberto Costa, para garantir contratos com a petroleira estatal, segundo a acusação. O dinheiro, que teria de ser restituído à Petrobras, acabou sendo usado para regar empresários e políticos brasileiros, segundo admitiu o funcionário brasileiro.

Mariano Marcondes Ferraz foi preso em São Paulo em 26 de outubro de 2016, pouco antes de embarcar para Londres. Após seu envolvimento pessoal no escândalo da Petrobras, ele renunciou à Trafigura em 10 de novembro de 2016.

Sem Falhas da Trafigura

A investigação judicial brasileira não mostrou nenhuma ação condenável por parte da Trafigura. contactado, o grupo refere-se ao seu primeiro comunicado de imprensa afirmando que “as acusações contra [son ex-cadre] relacionados a outros assuntos.” Mariano Marcondes Ferraz é cofundador da Decal, empresa brasileira atuante no armazenamento de derivados de petróleo, com a qual a Trafigura não tem “relação comercial”, segundo este comunicado à imprensa de novembro de 2016.

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Pesquisa na Suíça

Mariano Marcondes Ferraz era particularmente conhecido da imprensa brasileira porque se casou com a estrela local Luisa Valdetaro. Ex-funcionário da Glencore, ingressou na Trafigura, com sede em Genebra, em 2007.

A cooperação do ex-CEO da Trafigura no âmbito da investigação dirigida contra ele não reduzirá a pena, segundo o blog especializado brasileiro. GGN, O que revelou parte do caso. Em particular, a justiça esperava obter mais informações que lhe permitissem conectar mais pontos no contexto da vasta rede de corrupção exposta pelo escândalo da Petrobras.

O Ministério Público da Federação abriu processo na Suíça contra Mariano Marcondes Ferraz em meados de 2016. Contactada, sua assessoria de imprensa confirmou que ele estava ciente da condenação no Brasil, mas explicou que “o processo criminal contra o ex-executivo [de Trafigura] Ainda está em andamento.”

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