O wassaï no centro do seminário de restituição “Ação Açaí”

O wassaï no centro do seminário de restituição “Ação do Açaí”. Aconteceu na Coletividade Territorial da Guiana. Pesquisadores e produtores de Wassai do Brasil e do Suriname discutiram o desenvolvimento econômico dessa semente de palmeira, amplamente consumida nessas três regiões, daí o interesse em explorá-la em larga escala. Este seminário organizado pelo CIRAD em parceria com o FEDER reuniu nada menos que uma centena de participantes.

Wassaï na Guiana Francesa, apodo no Suriname e açaí no Brasil, essa semente de palmeira está atualmente impulsionando a cooperação transfronteiriça no Escudo da Guiana. Em torno dessa fruta está o desafio da atratividade econômica das regiões do Escudo das Guianas, principalmente Brasil, Guiana, Suriname e Guiana. É o alimento básico das comunidades Bushinengue e Ameríndia, mas também no Amapá.

Na Guiana, seu consumo se espalhou nos últimos 30 anos em todo o território.

Entender os usos e costumes em torno do wassai foi o primeiro passo do trabalho que começou em 2014.

Produtores e especialistas do Brasil, Suriname e Guiana concordaram com a rentabilidade do setor desde que as técnicas de extração sejam eficientes.

As riquíssimas trocas deste seminário são suficientes para satisfazer Natalie Cialdella, coordenadora do projeto no CIRAD, não esconde: essa fruta com múltiplos benefícios à saúde é um bom pretexto para estabelecer uma parceria com os estados vizinhos.

Esses dois dias de conferência constituem a primeira parte da restituição do trabalho desses pesquisadores, para a segunda parte pesquisadores e convidados do Suriman, do Brasil visitarão os diversos locais de exploração e isso, até o próximo dia 27 de julho.

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