Os “sommeliers da vacina” ou os brasileiros que querem escolher sua dose à la carte

Enquanto a vacinação ainda avança lentamente, a imprensa brasileira aponta o dedo para os “sommeliers vacinais”, aquelas pessoas que, quando chega a sua vez, se recusam a receber uma vacina de uma determinada marca.

Lançada em janeiro no Brasil, a campanha de vacinação da Covid-19 ainda avança lentamente neste país de 212 milhões de habitantes, o segundo mais enlutado do mundo pela pandemia, com mais de 534 mil mortes. Até o momento, apenas 19,48% da população foi totalmente vacinada e 40% receberam a primeira dose, diz o site. G1, do grupo Globo, que atualiza seu “Cartão de vacinação”.

Como explicar tal resultado, quando 85,4% dos brasileiros planejam se vacinar, conforme noticiou o jornal Estado de minas em junho ?

Se para a imprensa brasileira a principal explicação está no lado da falta de coordenação nacional e dos problemas de abastecimento ligados às negociações caóticas do governo, ela também denuncia o crescente número de brasileiros querendo escolher a marca de sua vacina e agora apelidado de “sommeliers vacinais”.

Potenciais efeitos colaterais

Chegada a data da vacinação (no Brasil, a campanha ainda segue critérios de idade e comorbidade), fazem fila na frente dos postos e perguntam aos profissionais de saúde sobre a marca da vacina disponível, explica o jornal. Jornal, que foi para um posto de vacinação no centro da cidade da megalópole

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Morgann Jezequel

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