Presidente dos Jogos Olímpicos do Rio condenado a 30 anos de prisão por corrupção e organização criminosa

Jogos Olímpicos – Carlos Nuzman, segundo a Justiça, foi fundamental para a compra de votos para a organização dos Jogos.

O ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro Carlos Nuzman foi condenado na sexta-feira a 30 anos e 11 meses de prisão por sua participação no torneio Suposta compra de votos atribuir JO 2016 para o Rio de Janeiro. Nuzman, de 79 anos, que também chefiou o comitê organizador dos Jogos do Rio, foi condenado por “corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de moeda”, segundo decisão do juiz Marcelo Britas, que teve acesso à AFP em Sexta-feira.

O ex-presidente olímpico brasileiro (1995-2017) poderá permanecer solto até a decisão do recurso. Ele foi preso em outubro de 2017 e passou 15 dias na prisão, antes de ser libertado condicionalmente pelo Tribunal Superior de Justiça. “Nuzman é um dos principais responsáveis ​​pela organização da rede criminosa, dada a sua posição no Comitê Olímpico Brasileiro e perante as autoridades internacionais”, disse o juiz Pretas.

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Este juiz também condenou o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que está atrás das grades desde novembro de 2017 em vários casos de corrupção, e Leonardo Greiner, ex-braço direito de Nuzman. Em sua frase, garantiu que Nusmann e Greiner atuaram como mediadores (…) Leia mais em 20 minutos

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