Rússia acusa Londres de impedi-la de participar da reunião da OSCE

Na quarta-feira, Moscou acusou o Reino Unido de impedir a Rússia de participar da próxima Assembleia Parlamentar da Organização para Segurança e Cooperação na Europa no início de julho em Birmingham, recusando-se a emitir vistos para membros de sua delegação.

“Todos os membros da delegação incluída nas listas de sanções do Reino Unido, pedimos oportunamente (…) para resolver a questão da garantia prestada pelo lado britânico para a emissão de vistos de entrada”, citou a imprensa russa. como dizendo. Agências, o senador Vladimir Gabarov que faz parte da delegação russa.

“Recebemos uma resposta terrível de que o governo britânico não pode – literalmente – emitir vistos para membros da delegação russa, independentemente do motivo de sua visita ao país”, acrescentou.

Gabarov, vice-presidente do Comitê de Relações Exteriores da câmara alta do parlamento russo, disse que uma mensagem foi enviada a todas as delegações de que “a exclusão da delegação russa prejudica seriamente a credibilidade do evento”.

“Tal decisão invalida todas as decisões e decisões tomadas em nossa ausência”, disse Pyotr Tolstoy, vice-presidente da Duma russa, à agência de notícias pública TASS.

Ele acrescentou que Moscou “se reserva o direito de se retirar da organização que, por ordem da russofobia, está impedindo o trabalho da Rússia”.

Londres impôs várias séries de sanções a Moscou desde o início do ataque à Ucrânia, em particular proibindo seu território de várias autoridades russas.

A 29ª Sessão Anual da Assembleia Parlamentar da OSCE será realizada em Birmingham de 2 a 6 de julho. Esta será a primeira sessão presencial anual desde 2019, já que a sessão de 2020 foi cancelada e um lançamento remoto de 2021 ocorre devido à nova pandemia de coronavírus.

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A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), criada em 1975 para promover o diálogo entre Oriente e Ocidente, e há muito confinada ao papel de manter canais diplomáticos em “conflitos congelados”, voltou à tona em 2014 para apoiar a implementação de acordos de paz na Ucrânia. Está desatualizado com a atual ofensiva russa.

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