Rússia, China e Brasil: os grandes ausentes da COP26

O que os ativistas chamam de cúpula da esperança fraca, ela repercutiria em todo o mundo?

A questão surge com a ausência dos presidentes russo, chinês e brasileiro em Glasgow, na Escócia.

Os três líderes enviaram mensagens de vídeo para a cúpula internacional do clima.

Mesmo que o presidente Xi Jinping, não deixou a China desde o início da crise de saúde em janeiro de 2020, alguns evocam tensões diplomáticas entre os Estados Unidos e a China por causa de Taiwan. Os americanos acusam Pequim de realizar operações militares de intimidação na ilha do Leste Asiático.

O presidente brasileiro preferiu ficar na Itália após a cúpula do G20 em Roma e se encontrou com o líder da extrema direita italiana, Matteo Salvini. Jair Bolsonaro está cada vez mais isolado no cenário internacional e criticado por usar o desmatamento intensivo mesmo com a Amazônia brasileira em perigo.

Quarto maior poluidor do mundo, a Rússia não justificou sua ausência. O Kremlin, no entanto, anunciou que visa a neutralidade do carbono até 2060.

Pequim e Moscou são muito dependentes de combustíveis fósseis

Acusados ​​de falta de entusiasmo pelas questões climáticas, Pequim e Moscou são muito dependentes de combustíveis fósseis considerados muito poluentes.

Sua falta de ambição também pode resultar de fracos resultados econômicos após a pandemia.

Segundo o programa ambiental da ONU, em 2019, a China é o primeiro emissor de gases de efeito estufa do mundo, muito à frente dos Estados Unidos. A União Europeia é a terceira seguida e a Índia. A Rússia ocupa a quinta posição.

As Nações Unidas alertaram todos os países do planeta que as emissões de CO2 podem aumentar 16% se nada mudar até 2030.

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