Esportes | L1: Paris SG esmaga Marselha e aproxima-se do título

O Paris Saint-Germain deu um grande passo rumo ao seu décimo título da Ligue 1 ao derrotar o Olympique de Marselha (2-1), já que Neymar fez tudo o que estava ao seu alcance para se tornar popular, no domingo após o choque do dia 32.

Ele tem uma caminhada do título. Os parisienses aumentaram sua vantagem para 15 pontos sobre o vice-campeão e rival Marselha, e podem ser coroados na quarta-feira se tiverem um desempenho melhor em Angers do que o OM contra o Nantes.

‘Ney’ tem muito a ver com isso, e desta vez, ele é até admirado pelo Parc des Princes. Gol (12), pênalti, marcado por Kylian Mbappe (45 + 5 pontos), o brasileiro teve sucesso nos clássicos.

Seus seis gols em três jogos e alguns gestos elegantes no domingo nos lembram do grande jogador que ele pode ser. Mas isso não faz os torcedores parisienses esquecerem a falência em massa do Real Madrid ao ser eliminado da Liga dos Campeões.

Os ultras da CUP (Collectif ultras parisiens) continuaram sua greve de torcida. Eles mal apareceram, exceto por cantos e assobios contra o Marselha.

É claro que bater no OM não os consola. Mas o PSG ainda está a caminho do recorde do Saint-Etienne, que conquistou seu 10º título em 1981 com Michel Platini.

Quando o Paris Saint-Germain foi fundado em 1970, os Verdes, nascidos em 1919, conquistaram seu sexto título de campeão francês.

– Marselha mantém uma pequena vantagem –

O Marselha, igualado por Doug Caleta Carr (31), tem nove anos, tendo sido rescindido em 1993 na sequência do caso VA-OM.

A equipe de Jorge Sampaoli terminou uma série de oito vitórias consecutivas em todas as competições, mas a semana ainda não foi difícil.

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Perdendo seu primeiro artilheiro, Rennes (terceiro), o OM manteve uma pequena vantagem sobre o grupo de candidatos da Liga dos Campeões, três comprimentos sobre Breton, cinco sobre Nice (quarto) e seis sobre Estrasburgo (5) e Mônaco (6).

Assim, o sonho europeu dos Fogans continua vivo, depois de se classificarem para as semifinais da Liga da Conferência, contra o Feyenoord Rotterdam, nos dias 28 de abril e 5 de maio.

No entanto, o OM pensou que iria recuperar um ponto do Parc des Princes quando William Saliba marcou um pontapé livre de Dimitri Payet (85º lugar). Mas o gol foi anulado alguns minutos depois pelo vídeo-árbitro assistente.

Na rede, Steve Mandanda, que atuou contra o PAOK Thessaloniki nas quartas de final (2-1/1-0), deu lugar a Pau Lopez, que rapidamente caiu na armadilha do talento de Neymar.

Em vez de esperar o rebote, o brasileiro aproveitou uma bola profunda de Marco Verratti para se esticar para o goleiro espanhol na frente e Valentin Ronger atrás.

– elogiou Neymar –

Desta vez, Park, que apitou o N.10 após a derrota em Madrid, não economizou na alegria de comemorar o gol, o sexto em três jogos para “Nye”.

E quando o nome do atacante foi anunciado pelo locutor do estádio, você realmente teve que ouvir com atenção para distinguir alguns apitos da curva de Auteuil. A reconciliação com Neymar parece estar no caminho certo.

Ele também teve o pênalti convertido por Kylian Mbappe, seu sétimo gol em uma partida clássica, e talvez o último, pouco antes do intervalo, quando seu chute acertou o cotovelo de Rungier.

Mas a fragilidade mental ainda aguarda o PSG. Uma saída perdida de Gianluigi Donnarumma na cobrança de escanteio permitiu que Doji Caleta Carr empatasse após uma ação confusa, já que nem Marquinhos, nem Marco Verratti nem Danilo Pereira conseguiram pegar a bola.

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O Paris de Mauricio Pochettino mereceu a vitória porque ele dominou o debate, mesmo que muitas vezes tenha caído na armadilha do impedimento. O Paris Saint-Germain negou nada menos que três gols por impedimento, dois de Mbappé (35, 76) e um de Messi (40).

Essas ações ao menos permitiram ao parque admirar o refinamento da cumplicidade do “movimento multinacional”. É tarde demais para a Liga dos Campeões, mas é hora da Primeira Divisão.

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