“medo” face às novas chuvas que atingem o sul do país

“medo” face às novas chuvas que atingem o sul do país

O sul do Brasil, devastado por inundações históricas cujo número de vítimas continua a aumentar, é mais uma vez atingido por chuvas intensas que devem se intensificar ainda mais no fim de semanao que complica o trabalho das equipas de resgate e levanta receios de maiores danos.

Desde o retorno das chuvas na sexta-feira em Porto Alegre e outras áreas já afetadas, as autoridades permanecem em alerta e aumentam as mensagens pedindo à população que não retorne às áreas do desastre.

A região espera “aguaceiros e tempestades isoladas”, que continuará até o início da próxima semana, segundo o Instituto Meteorológico Nacional, que alerta para os riscos de “inundações e choques eléctricos”. De acordo com as previsões, a precipitação máxima ocorrerá entre domingo e segunda-feira, com riscos de novos deslizamentos de terra.

Por que o sul do Brasil é afetado por esse fenômeno climático?

Fortes chuvas no início de maio no estado do Rio Grande do Sul, um estado agrícola no sul do país, causaram o transbordamento dos rios, afetando quase dois milhões de pessoas e deixando 136 mortos e mais de 800 feridos, de acordo com o último relatório na noite de sábado. Pelo menos 125 pessoas continuam desaparecidas e mais de 537 mil pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas.

Especialistas das Nações Unidas e o governo brasileiro associar o evento às mudanças climáticas e Fenômeno El Niño. Inundações históricas, incêndios florestais recordes, ondas de calor sem precedentes, secas e eventos climáticos extremos continuaram no Brasil nos últimos meses.

“Muita gente vê a chuva e fica traumatizada. Vemos que as pessoas estão com medo”, disse Enio Posti, bombeiro de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, aos nossos colegas da AFP. grande parte ainda está inundada. “Sabemos que quando chove a água acaba subindo ainda mais“, continua ele, protegido da chuva por uma roupa de borracha.

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Na capital regional de 1,4 milhão de habitantes, as operações de distribuição de ajuda humanitária continuam apesar da chuva. Instituições governamentais, empresas, figuras políticas e desportivas, artistas ou cidadãos comuns, todo o país está se mobilizando para ajudar as vítimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saudou neste sábado na rede social X o “maior aumento de doações já registrado na história” do Brasil.

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