Quem é Anita, a pop star feminista brasileira que fez o Bolsonaro estremecer?

Uma estrela, uma dançarina e uma cantora, uma voz corporal positiva, uma estrela “empoderadora” que se sente como um cabelo pegajoso e reações diferentes .. Anitta é um fenômeno real no Brasil, igual a Beyoncé. Em outras palavras, um ícone feminino. Adeus feminista?

Seu apelido é sinônimo de bilhões de visualizações no YouTube, buzz e explosões de acessos. Anita, Larissa de Macedo Machado, com seu nome verdadeiro, tem muitos apelidos, de “Beyoncé’s brasileira” a “Rainha da Favela”. Nascida nas favelas do Rio de Janeiro, a cantora de 30 anos cativa o mundo com seus dançantes sensuais, sua abordagem racional do corpo feminino e sua alternância entre pop e retórica política.

Veneno, Medicina, Downtown … As músicas fortes de Anita vêm surgindo há anos e explodindo nos contadores do YouTube. Sua última faixa, Loco, é igualmente insana: ele cruzou a marca de dez milhões de visualizações em apenas duas semanas. O crédito vai para esta rainha reinante, a incrível colaboração com o retumbante Cardi B (outro símbolo, se houver), o grupo elétrico Major Lazer e a venerada rapper Snoop Dogg ou mesmo a rapper Becky G, para Warholian Banana. Um currículo que o deixa sem palavras.

Mas isso não é tudo. Hoje, Anita afirma, mais do que seus sucessos, seu ativismo.

Fenômeno popular

Além do entusiasmo pela comunicação, a menina foi bem recebida por sua ambição: publicar “Bailey Funk”, gênero musical das favelas brasileiras que ela queria “exportar para o exterior, mostrar às pessoas”. É uma arte quando bem feita. ”Tem sido descrita por alguns como uma das mais emblemáticas das vozes brasileiras modernas. É preciso dizer que a artista respeita uma certa tradição, que ela remodela com força viral 2.0.

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Cantora de oito anos, que começou a dançar apenas três anos depois, a trigésima menina criada por uma mãe solteira soube desde muito cedo que a música seria sua vida inteira, mas sem negar o lado “trabalho” da coisa. Em resposta a uma pergunta da AFP, Anita explica que conduziu estudos sobre … Leia mais no site da Terrafemina

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